
Notícias falsas podem influenciar eleições, polarizar a sociedade, prejudicar a saúde pública e até incitar a violência. Em meio ao aumento de conteúdos enganosos, o Senac Acre lançou, nesta segunda-feira, 17, seu canal oficial de comunicação no WhatsApp (https://whatsapp.com/channel/0029Vb4Z0ooDZ4LW8QJd1p0K). O objetivo é garantir informações precisas à população, como editais de cursos gratuitos, comunicados de processos seletivos, agendas e cursos disponíveis.
De acordo com levantamento da instituição, anualmente dezenas de mensagens falsas e notícias circulam em grupos de redes sociais e sites, envolvendo principalmente supostas vagas gratuitas e oportunidades em processos seletivos.
Além desse novo canal, o Senac Acre disponibiliza outros meios de comunicação oficial para atender à população, como o telefone (68) 3213-3000, o site oficial da instituição (portal.ac.senac.br), o e-mail faleconosco@ac.senac.br, o atendimento presencial em nossas unidades e as redes sociais @senacacre no Facebook, Instagram e Twitter/X.
O diretor regional do Senac Acre, Deywerson Galvão, explicou que essa não é apenas mais uma ferramenta, mas um compromisso da instituição com seu público, para que todos tenham acesso imediato a informações checadas e validadas. “Fake news não são algo inofensivo. Elas geram ansiedade, prejudicam decisões e mancham reputações construídas ao longo de anos”, frisou o diretor, que alertou. “Não compartilhe antes de checar. Acesse nossos canais oficiais, ligue para nosso número ou acesse nosso site e redes sociais antes de compartilhar qualquer informação”, disse.
O gerente de Tecnologia da Informação do Senac Acre, Anderson Pessoa, destacou que as fakes news representam riscos críticos que vão além da desinformação, impactando diretamente a segurança digital de indivíduos e organizações. “Essas notícias falsas frequentemente contêm links maliciosos ou arquivos infectados que, ao serem clicados, podem comprometer dispositivos, roubar dados ou invadir redes”, alertou.
Pessoa acrescentou que, com a evolução e popularização da tecnologia, sobretudo das inteligências artificiais, é possível criar conteúdo falsos, como vídeos e imagens hiper-realistas, que facilitam golpes de personificação. “Em minutos, qualquer pessoa com o mínimo conhecimento em informática pode gerar conteúdo falso com padrões faciais, gestos, tons de voz e até expressões emocionais, combinados de forma convincente em sites e ferramentas de IA”, reforçou.